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Edição n. 43 - 17 de abril de 2018
 

O assassinato de Marielle e fracasso das políticas de segurança

“Nenhuma pessoa que vive em favela desconhece o fenômeno da violência de maneira acrítica. O que ocorre é que as pessoas precisam lidar com uma série de forças que estão presentes no seu cotidiano, e isso tem impactos sobre o alcance da sua crítica”. A observação é da educadora do programa da FASE no Rio de Janeiro Rachel Barros em entrevista ao Instituto Humanitas Unisinos. Rachel relata ainda que “os moradores de favelas têm os seus espaços de vida controlados e/ou invadidos por diferentes forças coercitivas”. Segundo ela, para entender a dinâmica de violência nesses territórios e os problemas relacionados à segurança pública, é fundamental analisar a “atitude de conivência e manutenção dessa estrutura por parte do Estado”

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Revista Proposta: Edição especial Convenção 169

A publicação traz o material didático produzido pelos Munduruku sobre o processo de consulta

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Estudo aponta ociosidade de imóveis em Recife

Levantamento evidencia o potencial habitacional de edifícios abandonados ou desocupados

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Caruaru recebe assembleia do Fórum de Juventudes de PE

Encontro teve como objetivo avaliar a conjuntura e planejar ações estratégicas para 2018 

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PA: Quilombolas são homenageadas na ALEPA

Entre as homenageadas estavam representantes de comunidades apoiadas pela FASE na Amazônia

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Estimular o medo para controlar a sociedade

Rosilene Miliotti, da FASE, analisa estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública

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Campanha de financiamento coletivo para o IV ENA

Valor arrecadado irá custear parte das despesas do maior encontro de agroecologia do país

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