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Edição nº 70                                                                                            15 de outubro de 2019
 

A letalidade policial e a morte da infância nas favelas cariocas

Em artigo, Rachel Barros, socióloga, educadora da FASE no Rio de Janeiro, mulher negra e desejosa em ser mãe, convida para uma reflexão sobre o extermínio da infância negra e periférica. "Estamos nos acostumando a ver crianças em velórios, em enterros, em protestos. Crianças tendo que implorar pelo direito de viver. Este 12 de outubro, dia em que se celebra a infância, será mais uma data em que parte dos cariocas terá a felicidade de estar junto com seus filhos vivos, mas também será uma data marcada pela dor, tristeza e indignação para outra parte. Meu desejo é que este texto possa gerar empatia em todos aqueles que já foram filhos, mães e pais, avós, tias e tios, que criam e educam crianças com amor. É necessário reconhecer o extermínio da infância negra e periférica em curso como um problema público, que gera consequências e responsabiliza toda sociedade".

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